COMO ELABORAR UMA BOA RESPOSTA DISSERTATIVA PARA A SEGUNDA FASE DE CONCURSO?

COMO ELABORAR UMA BOA RESPOSTA DISSERTATIVA PARA A SEGUNDA FASE DE CONCURSO?

O domínio da norma culta é um requisito muito avaliado em provas de segunda fase. Muitas bancas examinadoras tiram pontos dos candidatos por erros gramaticais

 

Após passada a euforia de ter sido aprovado na primeira fase do concurso tão desejado, o concurseiro começa a pensar na segunda fase com entusiasmo, mas, muitas vezes, sente-se perdido: como devo estudar para essa segunda fase?

A maioria das provas de segunda fase de concurso possuem um mesmo formato: uma peça e questões discursivas sobre um assunto específico. Com isso, a banca examinadora exige que o candidato tenha um conhecimento intenso do edital, bem como um estudo estratégico nessa reta final. Por isso,

é fundamental que o candidato dedique bastante tempo de estudo direcionado para a prova da segunda fase.

Aqui, então, vão algumas dicas para que o concurseiro elabore uma boa resposta dissertativa na sua prova de segunda fase.

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  • TENHA DOMÍNIO E CONHECIMENTO DA TEORIA E ATUALIDADES 

A prova de segunda fase busca verificar o conhecimento teórico específico de forma aprofundada. Por isso, é indispensável que o concurseiro estude e compreenda a fundo os conceitos e os institutos jurídicos que possam cair na prova, mormente quando aplicados a algum caso concreto.

Além disso, as bancas examinadoras podem cobrar em prova algum assunto atual, de repercussão geral na sociedade e discussão nos tribunais superiores. Portanto, fique atento às notícias comuns da realidade brasileira e mundial, bem como aos informativos de jurisprudência.

 

  • RESOLVA PROVAS ANTERIORES 

Resolver provas anteriores é o jeito mais fácil de te aproximar da realidade da prova. Assim, é válido buscar questões discursivas e peças de provas anteriores da banca do atual certame e resolvê-las a fim de se familiarizar com o jeito da prova e, na “hora H”, não se apavorar tanto.

Sugerimos que o concurseiro faça simulados de peça e questões discursivas com o mesmo rigor que terá de enfrentar no dia da prova, inclusive com controle de horário. É uma excelente técnica para chegar no dia da prova mais preparado e competitivo!

 

  • TREINE A ESCRITA E A LÍNGUA PORTUGUESA 

Durante o estudo e a resolução de provas anteriores, é indispensável que se treine a caligrafia e as questões relacionadas à ortografia, pontuação e gramática da língua portuguesa.

O domínio da norma culta é um requisito muito avaliado em provas de segunda fase. Muitas bancas examinadoras tiram pontos dos candidatos por erros gramaticais. A avaliação fica ainda mais prejudicada quando há erros de ortografia e pontuação. Portanto, atente-se ao bom uso da língua portuguesa e treine bastante.

Ademais, é preciso se preocupar com a caligrafia, devendo-se ter uma letra legível, pois há examinadores que deixam de pontuar ou sequer ler a resposta do candidato por não conseguir identificar a palavra escrita e compreender a resposta dada. Sua letra deve ser a mais legível possível, a fim de facilitar a vida do examinador, que terá centenas de outras provas para corrigir.

 

  • LEIA COM CAUTELA O ENUNCIADO 

Na hora da prova, é essencial que o candidato preste bastante atenção ao enunciado da questão e/ou da peça. Parece uma dica boba ou óbvia, mas muita gente deixa um detalhe importante da prova passar despercebido e isso reflete na pontuação final e classificação.

Uma boa estratégica é ler mais de uma vez e sublinhar palavras e termos que julgar mais importantes.

 

  • ESTRUTURE A SUA RESPOSTA 

Quando há uma prévia organização e estruturação da resposta, os pensamentos e ideias até fluem melhor na hora de redigir a resposta.

Estruturar a resposta dissertativa é criar como se fosse um esqueleto da resposta. Pode-se enumerar os principais argumentos de forma clara e, consequentemente, conseguir redigir a resposta com clareza, coesão e coerência.

Não é uma boa estratégia responder de forma completa no rascunho e depois repassar à folha resposta original. Afinal, o tempo de prova é escasso. É muito mais viável utilizar-se da organização e estruturação dos argumentos via tópicos, na folha de rascunho, e passar à redação direta na versão final a partir deles.

 

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  • SEJA ASSERTIVO NAS RESPOSTAS 

Durante o estudo, ao fazer simulados com provas anteriores, é interessante analisar os “espelhos de resposta” que são disponibilizados pelas bancas examinadoras. Nesse processo, é possível perceber quais são os quesitos de maior pontuação. Esta análise pode ajudar o candidato, no dia da prova, a ter objetividade em sua reposta.

Esteja atento! Normalmente, o que as bancas dos certames públicos querem é isso: objetividade e assertividade na reposta. É admissível uma resposta com introdução, desenvolvimento e conclusão se isso não ultrapassar o número de linhas permitido, porém o aconselhável mesmo é que o candidato vá direto ao ponto da resposta.

 

  • ARGUMENTE SUA RESPOSTA 

De nada adianta uma resposta estruturalmente impecável sem um excelente conteúdo. O fundamento legal adequado é o quesito com maior peso na avaliação de todas as bancas examinadoras.

Por isso, é importante que o(a) candidato(a) fundamente/argumente sua resposta com base na lei, doutrina e jurisprudência. Não seja apenas um transcritor da lei seca, mas sim adapte-a, utilizando suas palavras, seus argumentos e concatenando os fundamentos legais ao caso concreto.

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  • AVALIE A DIFICULDADE E COMECE PELA MAIS FÁCIL 

É recomendável que o candidato faça uma leitura dinâmica de toda a prova de segunda fase e comece por aquela parte que identificar julgar mais fácil. Desta forma, pode-se estabelecer uma estruturação, argumentação e resposta de forma eficaz e eficiente. Além disso, utilizando-se deste método, poupará tempo e desgaste emocional e terá mais tranquilidade para responder as questões com nível de dificuldade maior.

 

  • SEJA APROVADO! 

Após seguir todas essas dicas, o candidato estará preparado para realizar uma excelente prova de segunda fase, com a confiança de que fez o seu melhor e poderá seguir confiante rumo à aprovação.

Algumas carreiras jurídicas mais almejadas possuem prova de segunda fase, tais como a Magistratura e o Ministério Público. Você, concurseiro, precisa estar preparado!

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