Como elaborar um recurso em caso de reprovação?

Como elaborar um recurso em caso de reprovação?

Confira dicas para formular recursos contra questões de provas objetivas ou dissertativas de concursos para carreiras jurídicas

Os bacharéis em Direito que se interessam em ingressar numa carreira jurídica, geralmente, prestam diversos concursos de diferentes órgãos. Em todos os editais de concursos públicos, os candidatos têm o direito garantido de interpor recurso contra resultados desfavoráveis. No regulamento dos certames, as comissões estabelecem prazos e requisitos para a interposição. Isso porque, durante o processo seletivo, a banca organizadora pode, eventualmente, cometer algum equívoco que venha a prejudicar o candidato.

Nesses casos, é possível solicitar desde o anulamento de questões, justificando deficiência na elaboração, ou mesmo por incorreção do gabarito, até revisão de pontuação. Em todas as etapas, há a possibilidade de se interpor recurso. Na prática, isso significa que uma reprovação pode ser revertida por meio de um recurso, desde que seja bem fundamentado e pertinente. Veja algumas dicas de como elaborar um recurso em caso de reprovação!

Atente-se ao edital

As diretrizes para a interposição de recursos são dadas de forma clara nos editais dos concursos. É fundamental se atentar aos prazos estabelecidos e aos procedimentos necessários para recorrer contra o resultado. No geral, o prazo costuma ser de dois dias úteis, a contar da data de divulgação dos gabaritos preliminares. A partir dessas orientações, deverá ser elaborado o recurso.

Formule justificativas claras

Objetividade, concisão e clareza são essenciais para formular um recurso eficiente. A banca examinadora deverá compreender com precisão as contestações expressas no recurso. Seja ao pedir que uma questão seja anulada, pontuando os os motivos, como, por exemplo, uma formulação equivocada; ou que o gabarito seja alterado, explicando claramente a razão do pedido. Em todo caso, é imprescindível descrever exatamente a solicitação.

Caso haja limite de caracteres para a redação, este deve ser rigorosamente respeitado. Isso vale para recursos interpostos contra questões de provas objetivas ou discursivas.

Apresente fundamentação teórica e legal, sempre que possível

As provas discursivas se diferem no que tange à complexidade e, portanto, na dificuldade de correção. Consequentemente, esta costuma ser a etapa em que os candidatos mais ficam inseguros em recorrer ou não, quando se sentem prejudicados. No resultado preliminar, a banca divulga as respostas esperadas para cada questão.

Com o espelho da prova, confronte e defenda as afirmações apresentadas por você na resposta, com base em referências bibliográficas, jurisprudenciais ou legislativas sobre o tema. Compare e contraponha trechos, justificando a resolução dada por você à questão. Assim, as chances da banca reconsiderar sua pontuação podem ser maiores.

Use tom respeitoso e neutro

A linguagem e o tom utilizados no recurso também são de extrema importância. Além do correto uso da língua portuguesa, é indispensável que o tom, ao se referir à banca, seja respeitoso e formal e que haja uma neutralidade no discurso. Visto que uma reprovação pode ser um episódio frustrante para o candidato, na hora de elaborar o recurso, isso pode se refletir no texto, fazendo com que o tom utilizado seja muito taxativo ou apelativo. Estas características podem ser reprovadas pela banca.

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O ex-aluno Diogo Bononi Freitas foi aprovado no Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul, após a apresentação de um recurso elaborado com o auxílio da equipe do VIPJUS. Assista ao depoimento de Diogo:

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Leia mais: Como se preparar para a prova oral?

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